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Simbolos

A Bandeira

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Um dos principais símbolos do Estado de Minas Gerais, a bandeira oficial foi instituída pela Lei Estadual n.o. 2793, datada de 8 de janeiro de 1963, e foi elaborada de acordo com a idealização dos inconfidentes.

Segundo Tiradentes, o triângulo central simbolizava a Santíssima Trindade, e para outros significava os ideais pregados pela Revolução Francesa de 1789: Liberdade, Igualdade e Fraternidade. O triângulo também demosntra a influência da Maçonaria na Inconfidência Mineira, por ser um dos símbolos usados por esta organização.

Em torno deste símbolo está escrito em latim "Libertas Quae Sera Tamen", que foi por muitas vezes traduzido como "Liberdade ainda que tardia". Este lema teria sido inserido pelo inconfidente Alvarenga Peixoto, a partir da mutilação de um verso das Bucólicas, do poeta latino Virgílio, nas quais se encontra "Libertas quae sera tamen respexit inertem" e que pode ser traduzido como "Liberdade, a qual, embora tarde, (me) viu inerte".


O Brasão

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O brasão de armas do Estado de Minas Gerais foi instituído inicialmente pela Lei Estadual n.o. 1, de 14 de setembro de 1891. Este era composto de um círculo, dentro do qual viam-se duas figuras humanas que simbolizavam a agricultura e a mineração, e era circundada pelas palavras "Estado de Minas Gerais - 15 de junho de 1891" (data da promulgação da constituição estadual).

Já o brasão de armas que vigora até os dias atuais, foi instituído pelo Decreto n.o. 6.498, datado de 5 de fevereiro de 1924, em substituição ao de 1891. Composto por uma estrela vermelha, tendo à frente duas picaretas e um candeeiro usado em minas, e ladeado por dois ramos de café. Na parte superior, lê-se a frase bastante conhecida que provêm do movimento separatista da Inconfidência Mineira, "Libertas Quae Sera Tamen". E abaixo, as mesmas palavras que compunham o primeiro brasão "Estado de Minas Gerais - 15 de junho de 1891".

Os ramos de café, as picaretas e o candeeiro representam o que foram, ao longo dos anos, as duas principais atividades econômicas do Estado: a agricultura e a mineração. A cor vermelha da estrela tornou a cor principal dos símbolos estaduais, a mesma do triangulo central da bandeira do Estado. . Seu emprego se deve, talvez, à sua utilização, desde o início, pelos mais diversos movimentos revolucionários, incluindo-se a Revolução Francesa pela qual os Inconfidentes foram influenciados.